Em Hapjeong, Seul, o Poly é concebido menos como um café e mais como um ambiente de audição, onde alto-falantes de grande porte, prateleiras de vini e uma paleta de madeira quente definem um espaço totalmente organizado em torno do som.

O café se estende por dois andares, onde uma paleta quente de materiais à base de madeira é combinada com um sistema de som como elemento central.
Ao entrar no espaço, a primeira coisa que chama atenção são os alto-falantes de grande porte e os equipamentos de áudio cuidadosamente organizados.

Em vez de servirem como decoração, elas funcionam como elementos definidores que moldam a identidade do espaço.

Prateleiras cheias de discos de vinil e amplificadores, junto com uma cabine de DJ, vão além de simplesmente tocar música, eles integram o som à própria experiência espacial.
Embora o interior geral seja unificado por tons de madeira contidos, a densidade em camadas dos elementos impede que pareça monótono.

Prateleiras montadas na parede, estruturas modulares repetitivas e o ritmo visual criado pelo sistema de alta fidelidade formam uma camada espacial distinta.
O segundo andar, em contraste, é disposto de forma mais solta, oferecendo um contrapeso à densidade do primeiro andar.

Uma luz natural suave filtra pelas janelas, e a composição mais leve dos móveis alivia a tensão do ambiente enquanto mantém seu tom geral.
Em vez de funcionar como um café típico, o Poly se lê mais como um ambiente onde som, espaço e material existem em equilíbrio. Dentro de seu conceito compacto, porém claramente definido, os visitantes

são naturalmente levados a ficar, ouvir e observar.
Fonte: This is Paper
Tradução I Edição: pauloguidalli.com.br Imagem: Jooyoung Hong




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