O projeto do Pargar Architecture em Tehran, pretendia criar um ‘Espaço Iraniano Atemporal/Ilimitado’ sem qualquer pista aparente sobre as memórias de quem vê.

Por isso, era uma parte indispensável do processo passar pelos tempos e lugares para definir o próprio observador.
Os aspectos geográficos e históricos do milênio do patrimônio cultural persa marcam inovação, autenticidade e abordagem artística do povo.

Os arquitetos iranianos, sempre estiveram envolvidos com arquitetura ‘islâmica’, ‘tradicional/nativa’, ‘climática’, ‘histórica’.
Consequentemente, o escritório estava determinado a criar um espaço rotulado como ‘tudo e nada’.

Embora nada possa ser referenciado, todas as características estéticas, históricas e nostálgicas são distinguidas pelos frequentadores.
O objetivo principal é envolver os sentimentos das pessoas com o ambiente e inspirá-las a revisar suas memórias cognitivas e históricas.

Algumas destas memorias fazem parte de experiências pessoais e outras resultam das experiências de uma geração ou até mesmo de uma tribo.
A ideia de trabalhar com equipes artísticas independente resultou em um design e criação genuínos de todos os elementos envolvidos.

A experiência da presença começa com o “Hashti”, uma atmosfera sombria e sólida como uma pequena galeria de arte para exibir obras de artistas iranianos.

A luz da manhã passando pelas folhas metálicas das árvores no “Hayat Khaneh” lembra da entrada do pátio central do outro lado de um corredor escuro.
“Mehman Khaneh” é a experiência de conversas e de passar tempo juntos.

A mesma língua, as mesmas memórias e a mesma música.
“Khas neshin”, com pátio privativo, é um canto com todas as luzes, cores e memórias, e “Hayat” é um resquício dos sons da infância ao lado da piscina turquesa.

Fonte: Archello
Tradução I Edição: pauloguidalli.com.br
Imagem: Mehrdad Emrani




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